quinta-feira, 23 de setembro de 2010
JOANA MARANHÃO DESLOCA O OMBRO DURANTE O FINKEL
Nota do coach:
é como eu sempre digo o principal é a qualidade do treino e não o resultado, se até cm uma atleta olimpico isso pode acontecer imagina com que treina igual maluco
FELIPE MENDES
Os atletas de alto rendimento costumam dizer que é normal competir com dor. Ontem, porém, a nadadora Joanna Maranhão não conseguiu confirmar tal afirmação. Na final dos 400m medley, no Troféu José Finkel, no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio de Janeiro, a pernambucana deslocou o ombro direito, queimou a largada e abandonou a prova após algumas braçadas. Com isso, ela perdeu a última oportunidade para obter o índice para o Mundial em piscina curta, em Dubai (EAU), em dezembro.
– Estou envergonhada. Queria ajudar meu clube (Minas Tênis Clube), mas meu corpo não tem correspondido há algum tempo.
Procurei dar o meu melhor e só espero que o Minas e os torcedores entendam – afirmou Joanna, entre suspiros e lágrimas.
Uma das favoritas ao ouro, a pernambucana revelou que o problema no ombro vem desde a etapa do Rio da Copa do Mundo em piscina curta, há duas semanas. Na ocasião, a nadadora já deslocara o ombro durante a prova dos 200m borboleta.
Mesmo tendo queimado a largada ontem, Joanna seguiu na prova. Mas o ombro novamente fora do lugar obrigou a atleta a desistir da disputa.
Sem conseguir mover o braço, a nadadora saiu da piscina carregada e foi para o vestiário a fim de realizar o tratamento na região lesionada: – Estou com uma frouxidão ligamentar que acaba fazendo o meu ombro sair do lugar de vezemquando. Na Copa do Mundo, como faltavam só 25m, consegui completar a prova. Desta vez, não deu.
Sem nenhum índice para o Mundial, Joanna não sabe se nadará outras provas do Finkel. Ela, porém, disse que poderá competir caso consiga fazer algo para diminuir a dor.
Sem a brasileira, o caminho ficou livre para a vitória da argentina Georgina Bardach (4m42s27).
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Com a palavra
Em geral, a solução é fazer uma cirurgia
Moises Cohen ORTOPEDISTA
Quando os ligamentos são mais frouxos do que o normal, acontece esse problema pelo qual a nadadora Joanna Maranhão está enfrentando. O ombro não fica no lugar e, quando isso ocorre, o atleta acaba sofrendo uma luxação na região.
Existem duas possibilidades para a causa da frouxidão ligamentar: pode ser o fator genético, ou seja, vem passando de geração em geração, ou então um trauma forte ou repetitivo na região, no caso o ombro.
A fisioterapia pode ser um caminho para tratar a lesão. Mas, em geral, quando o problema fica se repetindo muitas vezes, a solução passa a ser a cirurgia.
é como eu sempre digo o principal é a qualidade do treino e não o resultado, se até cm uma atleta olimpico isso pode acontecer imagina com que treina igual maluco
FELIPE MENDES
Os atletas de alto rendimento costumam dizer que é normal competir com dor. Ontem, porém, a nadadora Joanna Maranhão não conseguiu confirmar tal afirmação. Na final dos 400m medley, no Troféu José Finkel, no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio de Janeiro, a pernambucana deslocou o ombro direito, queimou a largada e abandonou a prova após algumas braçadas. Com isso, ela perdeu a última oportunidade para obter o índice para o Mundial em piscina curta, em Dubai (EAU), em dezembro.
– Estou envergonhada. Queria ajudar meu clube (Minas Tênis Clube), mas meu corpo não tem correspondido há algum tempo.
Procurei dar o meu melhor e só espero que o Minas e os torcedores entendam – afirmou Joanna, entre suspiros e lágrimas.
Uma das favoritas ao ouro, a pernambucana revelou que o problema no ombro vem desde a etapa do Rio da Copa do Mundo em piscina curta, há duas semanas. Na ocasião, a nadadora já deslocara o ombro durante a prova dos 200m borboleta.
Mesmo tendo queimado a largada ontem, Joanna seguiu na prova. Mas o ombro novamente fora do lugar obrigou a atleta a desistir da disputa.
Sem conseguir mover o braço, a nadadora saiu da piscina carregada e foi para o vestiário a fim de realizar o tratamento na região lesionada: – Estou com uma frouxidão ligamentar que acaba fazendo o meu ombro sair do lugar de vezemquando. Na Copa do Mundo, como faltavam só 25m, consegui completar a prova. Desta vez, não deu.
Sem nenhum índice para o Mundial, Joanna não sabe se nadará outras provas do Finkel. Ela, porém, disse que poderá competir caso consiga fazer algo para diminuir a dor.
Sem a brasileira, o caminho ficou livre para a vitória da argentina Georgina Bardach (4m42s27).
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Com a palavra
Em geral, a solução é fazer uma cirurgia
Moises Cohen ORTOPEDISTA
Quando os ligamentos são mais frouxos do que o normal, acontece esse problema pelo qual a nadadora Joanna Maranhão está enfrentando. O ombro não fica no lugar e, quando isso ocorre, o atleta acaba sofrendo uma luxação na região.
Existem duas possibilidades para a causa da frouxidão ligamentar: pode ser o fator genético, ou seja, vem passando de geração em geração, ou então um trauma forte ou repetitivo na região, no caso o ombro.
A fisioterapia pode ser um caminho para tratar a lesão. Mas, em geral, quando o problema fica se repetindo muitas vezes, a solução passa a ser a cirurgia.
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